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25 de jul. de 2014

Espaço Rap Vol 6 (Completo)


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Publicado em 20/08/2013
(00:00)1 - Oitavo Anjo
(05:27)2 - Se Tu Lutas, Tu Conquistas
(11:51)3 - Aquela Mina é Firmeza
(19:02)4 - Baseado em Fatos Reais
(25:44)5 - Falando de Paz
(32:33)6 - Um Bom Lugar
(37:38)7 - Desculpa Mãe
(43:31)8 - Na Corte do Diabo
(47:13)9 - Suburbano
(52:38)10 - Cisco
(58:24)11 - Vivo e Velado
(1:03:57)12 - Sapo na Banca
(1:08:42)13 - A Bússola

Rap Nacional - Clássicos Vol.01 (CD COMPLETO)



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Cidade Negra - Acustico Completo


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Planta & Raiz 15 Anos - Ao vivo na Vila Madalena



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Ao Vivo Armandinho


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As Melhores Natiruts


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O Rappa - CD PERFIL 2009 (COMPLETO)



Publicado em 23/02/2013
ÁLBUM DE 2009 O RAPPA PERFIL

00:00 Minha alma (a paz que eu não quero)
04:30 Rodo Cotidiano
10:20 O que Sobrou do Céu
13:53 Vapor Barato
17:51 Meu Mundo é o Barro
22:30 Reza Vela
27:29 A Feira
31:27 Me Deixa
35:17 Súplica Cearense
39:47 Hey Joe (part. Marcelo D2)
44:11 Mar de Gente
49:50 Lado B Lado A
54:30 Ilê Ayê
58:22 Monstro Invisível
1:03:05 O Salto
1:09:26 Pescador de Ilusões (ao vivo)
1:14:27 Na Frente do Reto (ao vivo)

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Planet Hemp - Usuário (Álbum Completo - Full Album)



Publicado em 27/08/2013
Usuário é o álbum de estreia da banda carioca de rap rock Planet Hemp, lançado em 1995.
Esse disco projetou a banda, emplacando alguns sucessos entre o público jovem, como "Mantenha o Respeito". "Legalize Já", apesar de ter o videoclipe censurado, se transformou em hit. Destaque também para "Fazendo a Cabeça" e a polêmica "Porcos Fardados", uma crítica à violência policial. O álbum vendeu mais de 140 mil cópias e ganhou Disco de Ouro.

00:00 Não compre, plante!
04:12 Porcos fardados
07:17 Legalize já
10:18 Deizdasseis
11:06 Phunky Buddha
13:55 Maryjane

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Sei Que Os Porcos Querem Meu Caixão Facção Central



O boy queria que eu tivesse traficando
Gritando assalto com uma nove pro caixa do banco
Queimando a cara de um refém com cigarro
Dá a senha filho da puta, anda desgraçado
O Brasil não aceita pobre revolucionário
O marginalizado defensor do favelado
Fugi do controle, quebrei a algema
Expandi meu veneno, meu ódio, minha crença
Contaminei o povo, revolta incurável
Terrorista verbal, discurso implacável
Pega seu dinheiro e enfia no cu
É caráter lapidado no sangue da zona sul
Implantaram a liberdade de expressão assistida
Pra rima agressiva, do rapper homicida
Desprendido de mídia, público do shopping
Cuspo na sua TV, na sua porra de ibope
Ativista, artista ou próximo da lista
Foda-se a censura, represaria da polícia
Se tiver que morrer, aí fazer o que?
Ameaça não intimida Eduardo não faz tremer
Fala mal de mim rimador da alegria
Pelo menos não sou puta não vendi minha ideologia
Não trai a minha história, minha raiz no cortiço
Prossigo na missão, pra muitos sou nocivo
Invadi a mansão igual um rolo compressor
O playboy se borrou com a verdade no televisor
Denunciei sem medo a guerra civil brasileira
Obrigado favela pelo FC na camiseta
Oficial de justiça não apreendeu meu cérebro
Dentro e fora da cadeia, locutor do inferno
Sou periferia em cada célula do corpo
Por isso uma pá de porco, tá me querendo morto

Sei que os porcos querem meu caixão
(Era a brecha que o sistema queria)
Sei que os porcos querem meu caixão
(Avisa o IML, chegou o grande dia)
Sei que os porcos querem meu caixão
(Era a brecha que o sistema queria)
Sei que os porcos querem meu caixão
(Avisa o IML, chegou o grande dia)

O preto favelado, aterrorizou
Chocou, apavorou, escandalizou
O verso sanguinário conseguiu abalar
Vem pagar um pau mídia, vem me entrevistar
Vou enfiar no teu rabo meu estereotipo de ladrão
O careca de jaqueta aqui é rapper facção
Não vai te dar notícia com o sangue da vaca rica
Filma o maloqueiro pedindo paz pra periferia
Surgiu uma pá de herói querendo meu sangue minha caveira
Querendo frete na minha aba, se tornar estrela
Cuzão não entendeu, rap não é campeonato
Pra vender CD não precisa do meu fracasso
Faço meu papel, honro meu compromisso
Semeio o ódio contra quem me faz roubar o executivo
Aqui é só outro mano sem boné sem estudo
Sem currículo curso, talvez sem futuro
Entendeu dono do iate o apoio da favela
Faço parte dela, sou fruto da cela
Não deram faculdade pra eu me formar doutor
então a rua me transformou no demônio rimador
Enquanto meu corpo não virar carniça
Eu tô no rádio no vídeo, lançando minha ofensiva
Nem Cherokee, nem piscina, nem modelo vadia
Compram a atitude do mano do quarto e cozinha
A traca verbal é um dois pra acionar
Só o menino faminto chorar pro Dundum descarregar
Programado pra rimar, buscar a igualdade
Pra ser a ameaça pra sociedade
Oficial de justiça não apreendeu meu cérebro
Dentro e fora da cadeia, locutor do inferno
Sou periferia em cada célula do corpo
Por isso uma pá de porco, tá me querendo morto

Sei que os porcos querem meu caixão
(Era a brecha que o sistema queria)
Sei que os porcos querem meu caixão
(Avisa o IML, chegou o grande dia)
Sei que os porcos querem meu caixão
(Era a brecha que o sistema queria)
Sei que os porcos querem meu caixão
(Avisa o IML, chegou o grande dia)

A boca só se cala quando o tiro acerta
(Se é isso que eles querem então vem, me mata)
"E pros filhos da puta que querem jogar
minha cabeça pros porco
aí tenta a sorte, mano".

Facção Central Cartilha do Ódio




O cataclismo estelar originou os planetas, o cataclismo social originou o capeta. 

Que não quer só o caminhão da zona franca de Manaus, quer pegada em persa no seu Taj Mahall. 

O boy me ensinou a ter cifrão nos olhos, que vale a mentira da arma química pelo petróleo. 

Que o suéter é confortável pro executivo, mesmo com o algodão colhido por mãos escravas de meninos. 

Que não é indigesto o suco de laranja natural, com o sabor da exploração da criança sem digital. 

Que a aids não tem cura porque não é negócio, o coquetel é a alegria dos laboratórios. 

Não vai ligar quando a FMK 2, explodir as coberturas de 5 milhões do ltaim Bibi. 

Com o sistema de inteligência do Leonardo Senna, com puta afogada na hidro acionada por telefonema. 

Imagina eu de charrete em Campos do Jordão, aproveitando a estação comendo seu coração. 

Também apoio a sua segregação social, só que eu de cavalo árabe e você no funeral. 

Sei que a conquista tá no topo da montanha de cadáver, que não é só vampiro que vive de sangue no cálice. 

Aprendi como seu palácio de Bankhan é construído, que as lágrimas são o diesel da X5. 

Que pra puta ter biquíni de pérola de água doce, meu olfato tem que se acostumar com o córrego podre. 

2012, torci pelo sonho olímpico pro Brasil mostrar pro mundo sua medalha de cinismo. Ia ser o atleta nos 100 metros rasos, deixando com a língua pra fora o turista enforcado. 

Se o sangue é moeda corrente do seu capitalismo selvagem. Deixa o herdeiro moscar na Lan House, jogando Counter Strike. 



Deita porra, quero dólar, brilhante, gargantilha, tô seguindo os capítulos da sua cartilha. 

Pedra no pé, te jogo no mar, sem pista pra polícia, seu sangue no cálice é a vitória, como prega sua Bíblia. 





Imitando o caçador que na parede expõe sua presa, o Brasil expõe sua caça em jaulas na cadeia. 

A espingarda não atira em pato e o labrador vai buscar, o cão policial trás o bebê de calça plástica. 

Quando gritam ele tá armado não tem nem garrucha, gambé faz teatro pra por luva cirúrgica. 

Sente o prazer de um veado sendo penetrado a milhão na lombada com o corpo baleado. 

É a pena capital extra oficial, mais não é suficiente, rico quer cadeira elétrica, olho pulando de inocente. 

Tem que cortar o ramo podre pra árvore sobreviver, da sua cartilha aprendi todo o ABCD. 

Aqui o Estevão não reza por quem o apedreja o sândalo aqui não perfuma a serra elétrica. 

Com sangue compra geladeira inox da Brastemp, pra abrir o freezer e encontrar pedaço de parente. 

É a lei de reciprocidade maquiavélica, os mil graus centígrados no seu corpo são os que queimam a favela. 

Quero ir pra faculdade seguir sua doutrina, seguir os passos do teu filho, construir arma química. 

Imagina eu inaugurando meu condomínio de concentração, com sua raça, colocando gás letal no pulmão. 

Te colocando pra ganhar indulto de ano novo, matando os carcereiros e saindo no cavalo doido. 

Será que somos a única espécie em 10 milhões que raciocina? Nunca vi anta com arma ou mutilando com mina. 

No mandamento do boy, cruz é fonte de renda, a fé é o bispo comendo criança na igreja. 

Jesus quando voltar eu te empresto a minha quadrada cê enquadra, e eu crucifico quem traiu sua palavra. 

Você morreu por quem mata o pai na paulada se dormir, pra herdar a construtora, o helicóptero colibri. 



Deita porra, quero dólar, brilhante, gargantilha, tô seguindo os capítulos da sua cartilha. 

Pedra no pé, te jogo no mar, sem pista pra polícia, seu sangue no cálice é a vitória, como prega sua Bíblia.

19 de jul. de 2011

18 de jul. de 2011

Ibiza opening party



Artista: VA
Álbum: Ibiza opening party
Gênero: Musicas
Lançamento: 2011
Qualidade: MP3|VBRkbps
Musicas: 160
Tamanho: 693 mb


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